Pecado da Carne (Eyes Wide Open)

Genial! Assisti esse final de semana. O filme conta a história de amor entre dois judeus ortodoxos de Jerusalém, mais precisamente no bairro de Mea Shearim. Um deles é casado. Filme bem interessante, nem tanto pela temática, mas pela forma que o filme é contado. Fala de desejo, de renúncia, de tabus e de sentimentos. Nao percam!

Um dos atores do filme – em Cannes.

O filme foi bastante premiado, participou de varios festivais mundo afora.

Apres lui

Genial. Depois eu venho aqui escrever sobre o filme.

Próximo filme: Entre irmãs

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Li por alto à respeito desse filme, mas como sou uma pessoa bem intuitiva, sei que vem coisa boa por aí (acho que estréia nessa sexta – atentem)

Entre irmãs conta a história do relacionamento de duas irmãs, Juliette (Kristin Scott Thomas) e Léa (Elsa Zyberstein), quando um cenário não tão favorável se forma ao redor delas. Juliette ficou presa durante quinze anos. Durante esse tempo, Léa foi tratada como filha única pelos pais, e logo a existência da irmã foi aos poucos sendo esquecida.

Quando chega o dia de Juliette sair, porém, Léa vai buscá-la e a ajuda a se reintegrar à sociedade. Arruma um quarto para ela em sua casa e a estimula a procurar um emprego. Juliette se mantém calada na maioria das vezes, raramente sorri, algo bem natural quando se descobre o crime que ela cometeu.

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Entre irmãs (Il y a Longtemps que je t’Aime, 2008), 117 min.
Direção: Philippe Claudel
Roteiro: Philippe Claudel
Com: Kristin Scott Thomas, Elsa Zylberstein, Serge Hazanavicius, Laurent Grévill, Frédéric Pierrot, Claire Johnston, Jean-Claude Arnaud

 

Final de semana

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Depois de algum tempo de sumiço – voltei – estava com 3 posts prontos, mas o wordpress deu problema e acabei perdendo o que havia escrito. Enfim, vamos que vamos!

Final de semana tranquilo – e em casa – aluguei alguns filmes, mas acabei não assistindo – fiquei por conta de uma nova série – Damages – com a sempre brilhante Glenn Close (a Alex de Atração Fatal) e li quase que a metade da biografia da Jackie O. (Uma mulher chamada Jackie – Biografia íntima escrita pelo David Heymann).

Falando na biografia – ele pega pesado com a ex-primeira-dama, no livro ela é retratada como uma mulher fria, calculista, com sede de poder, preocupadíssima com a imagem e consumista ao extremo.

Aliás, seu casamento com Onassis é mostrado de uma forma hilária – ele é meio um Santo no livro – mas estou adorando, ser retratado assim, a gente nunca sabe se é verdade – se exagero, mas leitura descompromissada e deliciosa.

O livro foi um dos mais vendidos nos Estados Unidos, o que prova que a gente adora uma fofoca. E biografia é uma maneira estranha de entrar na vida das pessoas – enfim – para quem é curioso – segue a dica.

Depois vou comentar Damages aqui – suspense jurídico incrível.

P.S. A foto é da sempre boa Isabelle Huppert – para começarmos bem a semana.

Musa

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Vahina Giocante, tida como a nova Brigitte Bardot – (sim, o nome é esse mesmo).

Huppert do dia

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Manual do cinema francês – resumo

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Costumo brincar que a melhor forma de conhecer a cultura de um país é por meio do cinema. Vou fazer um resumão para os mais interessados no assunto.

Filmes cults

*Acossado – Jean Luc Godard

* Os incompreendidos – François Truffaut

*Hiroshima, meu amor – Alain Resnais

* A professora de piano – Michael Haneke (*eu sei que ele é austríaco, mas o filme é falado em francês com atores franceses e um dos melhores já vistos, triplamente premiado em Cannes – filme, ator e atriz em 2001)

* Trilogia das Cores (Kieslowski)

* Amantes Constantes – Philippe Garrel

* Jules e Jim – François Truffaut

Filmes do Truffaut

* O último metrô

* A mulher do lado

* A noite americana (ganhador do Oscar de melhor filme estrangeiro de 1973)

Filmes românticos

* O fabuloso destino de Amélie Poulain – esse acho que é o filme mais popular da França nos últimos anos, mesmo quem não gosta, já ouviu falar).

* Um lugar na platéia (filme sobre a parte Droite de Paris, que compreende a Avenue Montagne, a área mais burguesa de Paris).

* Bonecas Russas – Cédric Klapish

* Albergue Espanhol – Cédric Klapish

* Beije quem você quiser – comédia de costumes com Carole Bouquet e Charlotte Rampling. Genial. Não é tão fácil de encontrar, mas um filme delicioso, leve.

* Amar custa caro (Hors de Prix) – filme com a talentosa Audrey Tatou.

Claude Chabrol (Estou devendo um post somente sobre esse brilhante diretor, que tem como musa a atriz Isabelle Huppert, ele é mestre em filmes noir, com uma estética policial, de suspense, com um charme típico francês, atenção na trilha sonora sempre feita pelo filho, aliás, a família inteira é do cinema, ele é da época do Truffaut e da nouvelle vague)

* La Cérémonie

* A Teia de Chocolate

* Dama de Honra

* Comédia do Poder

* Madame Bovary

François Ozon

* Swimming pool (já falei no blog – procure)

* 5x 2 – Amor em cinco tempos

* O tempo que resta (já falei no blog – procure)

* Angel (já falei no blog – procure)

* 8 Mulheres

Christophe Honoré

* Canções de Amor (já falei no blog – procure)

* A Bela Junie (já falei no blog – procure)

* Em Paris (já falei no blog – procure)

* Ma Mère (já falei no blog – procure)

Atrizes incríveis

* Jeanne Moreau – uma das maiores atrizes da França. Fez Jules e Jim de Truffaut e se consagrou. Até hoje faz filmes, com a mesma vitalidade e presença em cena.

* Catherine Deneuve – a eterna Belle de Jour. Trabalhou com os melhores diretores da época (Truffaut, Manoel de Oliveira, Buñel, etc).

* Isabelle Huppert (musa de Chabrol e a melhor atriz da França, a mais respeitada)

* Chiara Mastroianni (musa de Honoré, filha da diva Catherine Deneuve e de Marcello Mastroianni, uma das melhores atrizes da atualidade, já trabalhou com Manoel de Oliveira e outros grandes diretores)

* Audrey Tatou (musa de Jean Pierre Jeunet e a eterna Amélie, em breve é Chanel nas telas do cinema)

* Emanuelle Béart (linda, talentosa e engajada – já foi até presa por conta da política a favor dos imigrantes na França).

* Fanny Ardant (fez Callas Forever), mas uma de suas melhores performances foi em A Mulher do Lado, de François Truffaut.

* Ludivigne Seigner (musa de Ozon, uma das grandes atrizes francesas da atualidade, sempre requisitada por diretores de sucesso, como Claude Chabrol, François Ozon e Christophe Honoré).

* Joana Preiss (musa de Honoré e figura do underground parisiense, musa da fotógrafa Nan Goldin, foi também modelo da Chanel, cantora, ícone fashion…

* Juliette Binoche (uma das atrizes mais versáteis na França, circula bem por Hollywood, mas não tem critério na hora de escolher um filme$$)

* Charlotte Gainsbourg (filha do cantor Serge Gainsbourg com Jane Birkin, ainda é modelo, cantora, ícone fashion na França, etc..)

* Loui Doillon (filha de Jane Birkin com o diretor Jacques Doillon, estilista, modelo, ícone fashion, e volta e meia faz um filme, talentosa…)

* Valéria Bruni-Tedeschi (musa de Ozon, irmã da primeira-dama Carla Bruni e namorada de Louis Garrel)

* Clotilde Hesme (musa de Honoré e uma das novas promessas do cinema jovem francês)

* Cécile de France (fez Albergue Espanhol, Bonecas Russas e Um Lugar na Platéia)

* Vahina Giocante (o nome é um tanto dúbio, mas ela é considerada a nova Brigitte Bardot, sensual, ousada, seus filmes são sempre polêmicos).

* Julie Delpy (fez Before Sunset, After Sunrise e recentemente Dois dias em Paris, mas gosto dela em A igualdade é Branca, filme da trilogia das cores do polonês Kieslowiski). Linda e talentosa, hoje encara o trabalho por trás das câmeras também.

* Brigitte Bardot (dispensa apresentações)

* Jane Birkin (dispensa apresentações)

* Léa Seydoux (dizem ser a nova Anna Karina, musa de Godard nos anos 60, Léa fez o último filme de Honoré, A Bela Junie)

* Dani (adoro o nome artístico dessa atriz, apenas Dani, sem sobrenome, nem nada)

* Sandrine Bonnard (uma das grandes atrizes francesas, fez La Cérémoine de Chabrol ao lado da sempre brilhante Isabelle Huppert).

* Anna Mouglalis (participou de A Teia de Chocolate, de Chabrol)

* Clémence Poesy – ficou famosa depois de participar do filme Harry Potter, ícone fashion na França.

* Marion Cotillard – vencedora do Oscar por Piaf.

* Sophie Marceau – uma das atrizes mais populares da França.

Atores incríveis

* Gérard Dépardieu (dispensa apresentações)

* Louis Garrel (dispensa apresentações)

* Romain Duris (muso de Cédric Klapish)

* Daniel Auteuil (dispensa apresentações)

* Melvil Poupaud, de O Tempo que resta de François Ozon.

* Benôit Magimel (de A professora de piano e Dama de Honra, muso de Chabrol)

* Gaspard Ulliel (novinho, é paixão das adolescentes da França, participou de filmes como Beije quem você quiser, Paris, te amo! entre outros.

* Jéan Pierre Léaud (alter-ego de Truffaut)

* Jean Paul Belmondo (de Acossado)

Em geral, essa turma faz bonito – atenção nos atores e diretores na hora de escolher um filme. Destaquei esses – mas acredito que esqueci de alguns!

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