Final de semana

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Depois de algum tempo de sumiço – voltei – estava com 3 posts prontos, mas o wordpress deu problema e acabei perdendo o que havia escrito. Enfim, vamos que vamos!

Final de semana tranquilo – e em casa – aluguei alguns filmes, mas acabei não assistindo – fiquei por conta de uma nova série – Damages – com a sempre brilhante Glenn Close (a Alex de Atração Fatal) e li quase que a metade da biografia da Jackie O. (Uma mulher chamada Jackie – Biografia íntima escrita pelo David Heymann).

Falando na biografia – ele pega pesado com a ex-primeira-dama, no livro ela é retratada como uma mulher fria, calculista, com sede de poder, preocupadíssima com a imagem e consumista ao extremo.

Aliás, seu casamento com Onassis é mostrado de uma forma hilária – ele é meio um Santo no livro – mas estou adorando, ser retratado assim, a gente nunca sabe se é verdade – se exagero, mas leitura descompromissada e deliciosa.

O livro foi um dos mais vendidos nos Estados Unidos, o que prova que a gente adora uma fofoca. E biografia é uma maneira estranha de entrar na vida das pessoas – enfim – para quem é curioso – segue a dica.

Depois vou comentar Damages aqui – suspense jurídico incrível.

P.S. A foto é da sempre boa Isabelle Huppert – para começarmos bem a semana.

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2 pensamentos sobre “Final de semana

  1. Aliás, isso de você falar que o cara descreveu a Jackie como uma megera me lembrou uma historinha deliciosa, não sei se você conhece.
    Na época em que o Reagan estava saindo do poder, foi lançada uma biografia super “não autorizada” da Nancy, dizendo que ela teve um caso com o Sinatra, que o governo tinha sido regido por astrólogos, entre outras coisas (bem) cabeludas. Deu um belo pano pra manga na época.
    E aí quando o Bush pai tava saindo, um repórter foi perguntar pra Dona Bárbara véinha (imagina) se ela achava que iam publicar uma biografia tão cabeluda dela , como fizeram com a Nancy. E ela: _Oooh, I hope so!
    (Adoro)

  2. Sobre a atriz, aliás, ótima atuação da mesma como protagonista principal, da direção em belas cenas, enredo cativante – e até certo ponto “duro”. Desde o início Propriedade Privada dá o que pensar – sobre nossas próprias desavenças e desentendimentos no seio familiar, sobre o que aconteceu de uma forma conosco e poderia ter sido de outra, enfim, sobre nossas dificuldades como humanos perante questões consensuais nos relacionamentos. Deve ser visto!!

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