Em Paris

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Eu falo muito sobre o cineasta francês Christophe Honoré – mas por um ótimo motivo – a maneira que ele trata o cotidiano, o amor, a paixão e a morte.

Dan Paris por exemplo parece ser um filme sobre paixão e sobre idéia de finitude. O fim de um relacionamento é uma pequena morte dentro da gente e Honoré, com a sensibilidade que lhe é caracterítica, trata isso de uma forma sutil, verdadeira.

Choro sempre em 3 partes exatas do filme – o desespero de Paul na frente de seu pai, um momento parecido na frente de Jonathan (Louis Garrel) e quando ele canta com Anna (Joanna Preiss) uma música que explica o porquê do fim do relacionamento – poesia pura e da mais alta qualidade.

O filme também fala de amor – amor de pai, amor de mãe, amor de irmão e de morte, ou seja, temas presentes em nossas vidas. Fala de solidão e de busca – e das relações humanas – isso tudo numa Paris fria, com as árvores secas e em pleno inverno.

Acho que vou até rever esse filme hoje. Deu saudade.

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