Segredos e Mentiras

Secrets___Lies

O filme do final de semana, porém, foi Segredos e Mentiras, do diretor Mike Leigh (o mesmo do recente Simplesmente Feliz).

Desde que comentei com um amigo inglês que havia gostado de Happy Good-Luck, ele me falou então sobre Segredos e Mentiras. O filme é de 1996 e na época foi indicado a 5 Oscars e fez muito sucesso nos festivais mundo afora.

O filme é incrível – de levar às lágrimas mesmo – adoro filme que foca em conflitos familiares (família é sempre um prato cheio). O dessa família em especial é muito bem mostrado. A mãe frustrada, que no passado entregou uma filha para adoção e guardou segredo a vida inteira – não se dá com a filha que teve anos depois, uma gari bem rebelde e grosseira – um irmão frio e distante – e uma cunhada que ela morre de inveja, e naturalmente odeia.

Um belo dia, a filha que ela abandonou, resolve procurá-la e aí o filme engrena…..fazia tempo que não assistia algo tão bom. Excelente! Aliás, estou apaixonado pelo trabalho desse diretor.

Sinopse – by adorocinema

Hortense Cumberbatch (Marianne Jean-Baptiste) é uma mulher negra que foi abandonada quando criança, sendo adotada por uma família. Quando sua mãe adotiva morre, ela decide partir em busca de sua mãe biológica. Só que sua mãe é branca e a teve quando era uma adolescente rebelde, algo que sua atual família não sabia.

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Um pensamento sobre “Segredos e Mentiras

  1. Nossa, como o blog mudou!… Gostei de ver você falando mais das “suas” coisas, e não tanto das coisas dos outros (que fazem parte, claro, mas as nossas são tão mais presentes…) Parabéns, os posts estão ótimos e muito autorais, é por aí mesmo. Viu como não dói nada?
    E as pessoas acabam nos conhecendo, se encantando mais com o que temos pra dizer…
    Fiquei muito feliz com essa nova “cara” e com seus textos. Lembra que quando você me linkou eu disse que só te linkava também se você descesse a lenha em um monte de coisas? Acho que você está entendendo o que eu queria dizer…
    .
    Esse filme é o máximo, inclusive ele faz parte de uma das grandes injustiças do Oscar. Nesse ano estavam concorrendo a Blenda e a Emily Watson (por Ondas do Destino, do Lars) e quem ganhou foi aquela minhoca de vestido da Frances, mulher dos Cohen (de um deles só), por Fargo. Até hoje eu tenho raiva daquela truqueira.
    .
    Aqui tá um frio do cão, tô gelado e sem a menor preguiça de fazer as quinhentas coisas que preciso.
    .
    E você viu? Não é à toa que eu tenho pânico (mesmo) de avião. O dia em que for a Paris vai ser de navio, no cruzeiro do Zezé de Camargo: TUDO.
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    Abração! Adorei.

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