Woody Allen no escuro

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Ontem cheguei da aula e para minha surpresa estava passando um filme que assisti somente no lançamento em 2002 – Dirigindo no Escuro – do Woody Allen.

Imagina um diretor de cinema que de uma hora para outra adquire uma “cegueira psicológica” e mesmo assim, tem que enganar a todos e continuar dirigindo o filme *(que tem um orçamento de 60 milhões de U$).

Claro que tudo vira uma piada – além de todas as confusões (lidar com o dono da produtora, com a ex-mulher, uma atriz de quinta e um filho cantor de uma banda punk), o melhor é o resultado do filme – um fiasco, claro!

Aliás, a crítica mais bem humorada quanto as diferenças entre o cinema americano e francês se dá no final, quando o filme só é bem aceito na França, que acha o diretor um gênio.

Woody Allen solta então a famosa frase: “O que seria do cinema se não existissem os franceses”.

Demais. Não é a melhor fase de Allen, mas é diversão pura.

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