Best movies – Parte I

o-fabuloso-destino-de-amelie-poulain-4Os Tenho uma dvdteca bem completa na minha casa (apesar da grande Elza que fizeram nela anos atrás – mas abafa o caso). A pedidos, faço uma lista por diretor, do que já vi e indico, para aqueles que se interessam por cinema-arte. Vamos lá?

Se me perguntarem qual meu cineasta favorito, respondo, sem titubear, Woody Allen, já assisti quase tudo, brilhante, dono dos melhores diálogos, claro, alguns filmes melhores, outros menores, mas sempre vejo um lado bom ao ver algum de seus filmes. Destaco os melhores e imperdíveis do maior neurótico americano de todos os tempos.

1) Hannah e suas irmãs (Na minha opinião é o melhor – choro de rir sempre que revejo e sei a maioria dos diálogos de cor, alguns já entraram para a história do cinema).

2) Annie Hall (odeio a tradução que fizeram, para Noivo Neurótico e Noiva Nervosa, mas enfim, Diane Keaton está the best neste longa).

3) Interiores (fase Bergman de Allen, belo e profundo – meio que uma sessão de análise)

4) Match Point – Ponto Final. Baseado em Crime & Castigo do Dostoiéwski.

5) A Outra – também da fase Bergman de Allen.

6) Manhattan – GENIAL! Uma declaração de amor à NY.

Outros legais, mas nem tanto: Melinda & Melinda (apesar de ter a Chloè Sevigny que eu adoro, o filme é meio non sense), Igual a Tudo na Vida (é engraçado – mas mediano), Dirigindo no Escuro (proposta legal, mas achei fraco – mas consegui dar boas gargalhadas).

@ Do Christophe Honoré – esse tem sido meu diretor do momento. Aliás, queria super conhecê-lo qualquer dia, trocar umas idéias, telefone (brincadeira!), mas eu queria tirar uma dúvidas sobre alguns de seus filmes….quem sabe um dia eu não dou de cara com ele em Parí, né? Se eu vi o Louis Garrel, esbarrar com Honoré não deve ser dificil….ainda mais que ele é chegado no Marais…

1) Dans Paris (Em Paris) – Beeeem nouvelle vague, homenagem a François Truffaut e Jean-Luc Godard. Lindo lindo, diálogos, história, trilha sonora, cortes, planos, fotografia, Paris no inverno, 16ème.

2) Canções de Amor (Les Chansons D’amour) – musical a la Jacques Demy, temática gay, músicas que não saem da cabeça, Louis Garrel em sua fase mais que absurdo.

3) A Bela Junie (La Belle Personne) – lindo lindo. Baseado no romance A Princesa de Clèves, de Madame de LaFayette.

4) Ma Mère (Minha Mãe)– pesado, mas tão pesado, que nem saiu por aqui. Comprei na Fnac de Paris. Mas tem Isabelle Huppert no cast.

Bom pessoal, amanhã continuo….ainda tenho trabalho para fazer….

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2 pensamentos sobre “Best movies – Parte I

  1. Ainda não consegui assistir La Belle Personne!
    O Honoré tem sido meu diretor mais querido, desde que assisti o Les Chansons, há dois anos.
    E, realmente, Ma Mère é bem heavy, mas é bom. Filmes pesados como esse funcionam como três sessões de psicanálise, né?

  2. Pingback: Os números de 2010 | Ricardocohen’s Blog

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