Tel Aviv: O Rio que deu certo

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Muita gente morre de medo de conhecer Tel Aviv. O que é uma grande besteira.  Não sabem o que estão perdendo! A cidade é uma espécie de Rio de Janeiro que deu certo. Aliás, o clima é praticamente o mesmo, faz 40º no verão. Uma praia linda, banhada pelo Mar Mediterrâneo, um calçadão incrível, gente bonita, uma vida noturna de primeira (nesse ponto até ganha do Rio) e uma programação diurna extensa e eclética.

Fora que a 30 minutos dali você está em Jerusalém, que é um mundo aparte (nem vou falar de lá agora).

Ao contrário do Rio, Tel Aviv é uma cidade segura e super policiada (até demais), lá você jamais vai se sentir no meio de uma guerra, até porque o maior perigo está na fronteira.

A infra-estrutura das praias também me chamou atenção. Fiquei na Hilton Beach (praia onde fica o hotel), lá o clima é meio Posto 9 (o meu preferido no Rio), descolado, cool e a qualidade dos serviços impressiona. A segurança também, lá você pode deixar sua bolsa ou mochila largada, que nada acontece (o máximo uma bomba explodir, brincadeira!). O clima é bem amistoso, e claro, de muita paquera. O povo de lá, como uma amiga chama é bem interessante, tantos os homens, quanto as mulheres.

A língua também não é barreira, todo mundo fala inglês, os cardápios são em 4 línguas (hebraico, inglês, francês e espanhol). A moeda de Israel é o shekel (1 Euro, vale 5 shekels em média, faça a conta, porque 1 mês viajando, me confundi todo no final). A cidade, porém, não é das mais baratas.

Fiquei hospedado na Ben Yehuda Street, uma rua bem movimentada. A cidade é pequena, moderna, bonita e se faz tudo a pé, o serviço de transporte funciona bem (tem umas vans ótimas) e as pessoas apesar de parecerem brutas, são bem amáveis. Tudo bem que demora um tempo para você perceber isso.

A ceninha gay lá funciona bastante. Tanto que eles falam que representa 90% da cidade. Comum ver homens de mãos dadas, mulheres, sem preconceito. As boates e os bares são animadíssimos. Fui somente no Evita (que merece um post só para ele).

Uma curiosidade interessante. De sexta à tarde a sábado à tarde é o shabat dos judeus. Tudo fecha. Mas tudo mesmo. De supermercados a restaurantes, nada fica aberto. Nem café da manhã eles servem.

Tel Aviv é também roteiro preferido dos franceses (7 horas de avião) e dos americanos, pelo menos é o que eu mais via na praia. Passei sete dias no total. Foi um lugar surpreendente, que vai ficar guardado na memória a vida inteira.

Para chegar até Tel Aviv existe um vôo direto de SP. Ou se preferir, faça como eu fiz, pare na Europa alguns dias e pegue o avião de lá. Eu fui por Paris, pela Air France. Super recomendo!

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5 pensamentos sobre “Tel Aviv: O Rio que deu certo

  1. Parei de ler coisas sobre Tel Aviv.
    So voltarei a ler quando eu de fato estiver prester a visitar!!!! rss
    Viva Tel Aviv!! rss

    (Mas acho chato compararem tudo com o Rio.
    O Rio é mara!
    Independente de tudo!)

    Beijao!!

  2. Ethlik, eu amo o Rio. Mas não podemos descartar o abandono da cidade. É triste ver a cidade tão largada. Mas adoro aquilo lá, mesmo com todos os problemas do mundo. Rio é Rio.

  3. é, problemas existem em qualquer lugar. Até na Suíça, qdo tudo é ‘MARA’, ou ainda, FANTA, surgem os altos índices de suicídio.
    adorei seu ibloq.

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