
Garrelismo do dia: cena do filme Em Paris, do Christophe Honoré. O personagem Jonathan lendo Franny & Zooey do Salinger (meu próximo livro de cabeceira – já até comprei).
Aliás, a monografia do curso de cinema que faço uma vez na semana será sobre esse filme. Estava na dúvida entre ele e O Tempo que Resta. Mas acho que “Em Paris” tem um número maior de referências para desenvolver. Cai na nouvelle vague de Truffaut e Godard; nas canções de Jacques Demy, na comparação entre os atores Louis Garrel e Jean-Pierre Léaud, nos livros do J.D. Salinger presente em quase todos os longas de Honoré, a morte também como tema, ou seja, tem muito pano pra manga.
Agora é só começar. A propósito, recebi muitos e-mails amigos comentando sobre o Garrelismo, lançado pelo blog – o movimento só tem mesmo a crescer – mas não me espantou saber que o número de garrelistas é bem grande.
Aliás essa cena foi inspirada em Domicílio Conjugal de Truffaut.
Boa tarde querido!!!
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Amei seus últimos 3 posts: o “Garrelismo do dia”, o “Recomendo” e o “Paris, te amo”!!
Me emocionei com a sua experiência amorosa que vc, com sua eterna elegância e delicadeza, expôs…
Realmente os seus posts ( ou seja, suas palavras e ideias) são bálsamos para a minha alma em dias não tão bons e motivos para alegrar ainda mais em dias festivos
Vc é uma alma grandiosa, Ric! Feliz de quem a tem por perto!
Também estou indo a Paris em junho, pela primeira vez, e fiquei com uma invejinha (branca, ok) da sua amiga, pois ter vc como mentor de aventuras parisienses é um luxo, rs!
Beijo no seu coração!
da sua “fã” goiana
Gostei muito de seu blog! (eu o achei procurando esta mesma foto). Eu também adoro Louis e seus filmes, e muitas outras coisas que você gosta. Acho que temos muitas coisas em comúm.
Tenho uma dúvida, se você pudesse me ajudar: quais outros livros do Salinger estao nos filmes do Honoré? Só me dei conta do Franny e Zooey em Dans Paris (o filme mesmo é uma adaptacao livre do livro, nao acha?).
Perdoe meu portugués, faz um tempao que nao escrevo nesta lingua.