
Musa de Chabrol e do blog, Isabelle Huppert é a melhor atriz francesa que já existiu (quiçá do mundo). Qualquer filme com ela é genial. Professora de Piano (La Pianiste) lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz em Cannes. Fez Madame Bovary, Comédia do Poder, A Teia de Chocolate, Propriedade Privada, Ma Mère, La Cérémonie, 8 Mulheres.

Romain Duris é uma espécie de Selton Mello francês. Ator fetixe do diretor Cédric Kaplish é um dos maiores atores da nova geração. Adoro o seu jeito esquentado nos filmes, que em geral são sempre muito bons. Fez Albergue Espanhol, Bonecas Russas, Paris, Em Paris, Molière, Exílios.

Audrey Tatou, a eterna Amélie Poulain, é a atriz mais bem paga da França. E depois do fiasco que foi Código da Vinci (um dos piores filmes já produzidos – já que tenho pavor do Tom Hanks), ela finalmente se voltou ao cinema francês – apesar de seus últimos trabalhos terem um certo gosto duvidoso – quando se apela para o lado comercial da coisa, sempre desanda.
Fez O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, do Jean Pierre Jeunet. Além de Albergue Espanhol, Bonecas Russas, O Amor Custa caro, Coisas Belas e Sujas, Se Deus quiser, Bem-me-quer mal-me-quer, Coco Avant Chanel…..

Valéria Bruni é outra grande atriz da nova geração. Irmã da primeira-dama Carla Bruni, namorada do galã Louis Garrel, ela já está na área a muito tempo. Musa do diretor François Ozon, com ele filmou Amor e 5 tempos, O Tempo que resta.

Clotilde Hesme é outra que conquistou o público. Musa de Honoré, com ele filmou Canções de Amor e A Bela Junie. Com Philippe Garrel realizou o belo e polêmico Amantes Constantes, que contava o período cabuloso do maio de 1968.

Chiara Mastroianni. Filha de Catherine Deneuve e Marcelo Mastroianni herdou os traços dos pais. Consigo ver os dois em sua face. Linda, talentosa, também caiu nas graças do diretor Christophe Honoré e com ele realizou Canções de Amor e A Bela Junie (onde aparece em apenas uma cena – que segundo li na Cahiers du Cinéma – será base para o próximo filme do diretor).

Ludivine Sagnier é uma das mais versáteis atrizes do cinema francês. Faz de um tudo ali, fora que caiu na graça da maioria dos diretores franceses. Fez Swimming pool e 8 Mulheres de François Ozon; Uma mulher dividida em dois do diretor Nouvelle Vague Claude Chabrol; além de Canções de Amor do Honoré.

Melvil Poupaud é uma das mais novas promessas depois de filmar “O Tempo que resta” de François Ozon.

Léa Seydoux é o mais novo rosto do cinema francês. Fez recentemente “A Bela Junie” de Christophe Honoré e conquistou a crítica e o público com seu ar sombrio e angelical. Comparada às musas de Godard, ela é outra grande promessa da sétima arte.

Louis Garrel, muso do blog, é outro grande ator. Segue o mesmo caminho de Jean Pierre Léaud. Ator-fetixe de Christophe Honoré. Com ele filmou Ma Mère, Canções de Amor, A Bela Junie e Dan Paris. Começou a carreira nas mãos de François Ozon e despontou para o grande público depois de filmar Os Sonhadores de Bernardo Bertolucci. Com seu pai, atuou em Amantes Constantes (melhor filme de 2005) e A Fronteira da Alvorada.

Joanna Preiss, atriz-fetixe de Honoré. Com ele filmou Ma Mère e Dan Paris. Musa underground de Paris, musa da fotógrafa Nan Goldin, musa de Karl Lagerfeld, ela ataca em várias frentes. Acho ela incrível. E ainda canta – e bem.
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