Ricardocohen’s Blog

Sumido

Julho 10, 2009 · Deixe um comentário

Pessoal,

Dei uma sumida, ne? Mas enfim, sai do meu trabalho – que vai passar por mudancas – vou para o novo escritorio (com o mesmo pessoal do anterior) somente em outubro. Ate la estarei de ferias forcadas. Estava enrrolado com a burocracia de sair do emprego, estou com mil coisas para fazer tambem, por isso sumi.

Amanha vou para o Rio, tenho coisas para resolver por la. Mas em breve eu volto com  mais atualizacoes.

Assisti alguns poucos filmes esses dias:

1) NEM PARECEM IRMAS – com a Isabelle Huppert

2) MALDITA FE – filme lindinho com a Cecile de France.

E ganhei o box da Izabela com filmes com a Brigitte Bardot (ainda nao assisti).

Cinema nunca mais fui, sei que tem filme do Garrel para chegar. Aqui tem muitos posts sobre filmes, da para navegar bem.

Prometo nao abandonar o blog e mandar noticias por aqui.

Abraco a todos, 

Ricardo Cohen

Meu e-mail pessoal ricardofroes11@gmail.com


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Charlie’s Angels

Junho 25, 2009 · 4 Comentários

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Morreu a atriz Farrah Fawcett – a mais famosa das panteras. Uma pena.

Lembro que era pequeno e assistia Charlie’s Angels. Era fascinado, primeiro a trama era ótima e todas elas sempre muito inteligentes – lindas, arrumadas, não mexiam um fio de cabelo depois de lutar, bater, atirar (e o que era o visual de Farraw? Bem 70’s – hoje o fascínio me lembra o que a Carrie Bradshaw causou com Sex and the city). Mas naquela época não existia internet – e já era um frisson.

Eu tenho um dvd com alguns episódios. Lembro que Farraw saiu, entrou outra loira, que não emplacou muito. Mas lembro com um bom saudosismo desse seriado, que foi produzido pelo Aron Spelling (o pai da Donna dos Barrados no Baile).

Aliás, americano faz bem seriado – muito mais que filme. As séries são impecáveis – adoro várias.

Será que eles vão ressucitar o seriado?

Farraw fez um super sucesso.

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Próximo filme: Entre irmãs

Junho 24, 2009 · 2 Comentários

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Li por alto à respeito desse filme, mas como sou uma pessoa bem intuitiva, sei que vem coisa boa por aí (acho que estréia nessa sexta – atentem)

Entre irmãs conta a história do relacionamento de duas irmãs, Juliette (Kristin Scott Thomas) e Léa (Elsa Zyberstein), quando um cenário não tão favorável se forma ao redor delas. Juliette ficou presa durante quinze anos. Durante esse tempo, Léa foi tratada como filha única pelos pais, e logo a existência da irmã foi aos poucos sendo esquecida.

Quando chega o dia de Juliette sair, porém, Léa vai buscá-la e a ajuda a se reintegrar à sociedade. Arruma um quarto para ela em sua casa e a estimula a procurar um emprego. Juliette se mantém calada na maioria das vezes, raramente sorri, algo bem natural quando se descobre o crime que ela cometeu.

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Entre irmãs (Il y a Longtemps que je t’Aime, 2008), 117 min.
Direção: Philippe Claudel
Roteiro: Philippe Claudel
Com: Kristin Scott Thomas, Elsa Zylberstein, Serge Hazanavicius, Laurent Grévill, Frédéric Pierrot, Claire Johnston, Jean-Claude Arnaud

 

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Uma mulher chamada Jackie

Junho 23, 2009 · 2 Comentários

 

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Como disse aqui a dias, estou terminando a Biografia íntima de Jacqueline Lee Bouvier Kennedy Onassis, escrita por C. David Heymann – primeiro lugar entre os best-sellers nos Estados Unidos da América – adoro uma biografia - já li várias – e esta em questão daria uma novela -  na verdade, um novelão mexicano – com tanta intriga, tragédias, ciúmes, amores, amantes, brigas de poder.

No livro, Jackie é apontada como uma mulher fria, calculista e com um cofre no lugar do coração. Nunca deu um passo em falso, tudo era sempre premeditado. Consumista ao extremo, preocupada com a sua imagem, levava os responsáveis pelas finanças à loucura na Casa Branca. As infidelidades do marido, o então Presidente JFK  (que ficou apenas 2 anos e 2 meses no cargo – não achei que fosse tão pouco tempo), a chateavam apenas no início do casamento, depois Jackie relaxou.

O que importava a ela era poder, dinheiro e status. Foi criada para se casar com homem com grana, treinada como cavalo de corrida.

Seu casamento com Onassis também é descrito de uma forma vil no livo. Jackie tinha um péssimo relacionamento com os enteados e mesmo com o marido, o qual consta, só queria mesmo o dinheiro. Saiu com 26 milhões de doletas do casamento, após a morte do marido. E conseguiu juntar em 6 anos de casamento o equivalente a 22 milhões, entre jóias e alguns bens.

Jackie era constantemente vigiada, uma foto sua valia uma grana preta, vivia cercada de luxo na Quinta Avenida, onde morava. Seus amigos incluiam a editora de moda da Vogue, Diana Vreeland, Andy Warhol, Truman Capote e outros personagens do internacional set.

Sua irmã Lee é um dos personagens do livro que mais aparece. Irmã mais nova de Jackie, ainda está viva até hoje. Era mais bonita, mas mesmo assim vivia à sua sombra. Interesseira, casou-se 4 vezes, sempre com milionários, foi atriz (uma das passagens do livro conta essa história – ela era péssima, a crítica massacrou essa tentativa frustrada, que foi incentivada por Capote, que tinha uma adoração por Lee). Mas o livro fala que a amizade entre as irmãs Bouvier era baseada em inveja e competição – mas eram, mesmo assim, inseparáveis – apesar das diversas brigas.

Lee namorou Onassis antes da irmã; mas como percebeu que o interesse por ela não a levaria no altar, tratou de passar o trono para a irmã famosa – muito famosa aliás- Jackie tinha um carisma e elegância absurdos – e no livro o crédito de todo esse estilo vem de Diana Vreeland, sua grande amiga e editora de moda da Vogue.

Jackie e Lee viviam viajando pelo mundo e gastando. Jackie enlouquecia Onassis com tantos gastos – era capaz de comprar de uma só vez 200 pares na Bergdorf – e vendê-los logo em seguida para um brechó – e abocanhar o dinheiro – fazia isso com vestidos de alta-costura, jóias e outras preciosidades. Não saíam da Saks, Henri Bendels e das grandes maisons.

Um outro personagem do livro – Christina Onassis – a pobre menina rica. Depressiva, em guerra constante com a balança, odiava Jackie – uma tinha pavor da outra – a fortuna de Onassis era da ordem de 1 bilhão de doletas e como era um personagem também, era capaz de gastar milhões em festas, jantares, passeios no Christina (o famoso iate de mais de 100 m de comprimento).

Os passeios no Christina e pelas ilhas gregas é um capítulo à parte – de impressionar. Fala-se muito de Maria Callas, paixão anterior de Onassis. Mas no livro fala que os dois continuaram amantes, mesmo no período do casamento de Jackie e Onassis.

O mais incrível é que a imagem de Jackie é meio intocável. Há algo nela que mexe com o imaginário das pessoas, e sempre com elogios e mais elogios. Ela mesma tinha uma frase pronta, quando questionada: “O primeiro casamento é por amor, o segundo por dinheiro e o terceiro por companhia

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Lee Bouvier, irmã de Jackie – inseparáveis, mas ao mesmo tempo competidoras entre si. Lee, sempre ficou em segundo plano. Casou-se quatro vezes, uma delas com o Príncipe Radziwill, com quem teve 2 filhos. Lee ainda é vida e até hoje é personagem de NY.

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O armador Aristóteles Onassis, Ari como era chamado e Jackie

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Christina Onassis – O livro traz Christina como uma menina um tanto revoltada, depressiva - era viciada em coca-cola (tomava cerca de 30 garrafas por dia), gastava os tubos também, mas ao mesmo tempo presenteava as amigas com jóias e roupas. Um dia estava em uma boate na Grécia com um colar de pérolas negras – uma amiga elogiou, ela então, tirou de seu pescoço e deu para a garota. O colar valia 20 mil dólares. Histórias como essa estão presentes no livro.

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John Kennedy Jr. – anos e anos depois. 

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JFK e Caroline

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Diana Vreeland, editora de moda da Vogue da época e muito amiga de Jackie.

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O famoso Christina, protagonista de tantas e tantas histórias.

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Garden Girls

Junho 22, 2009 · 1 Comentário

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Como eu sempre falo – um pouco de futilidade faz bem no nosso dia a dia. Uma amiga me deu a dica de um programa na internet ideal para relaxar e dar boas risadas – o Garden Girls – no filme fashion (www.filmefashion.com.br).

São 3 meninas dos Jardins, de São Paulo – que fazem entrevistas com o pessoal da moda, empresários da noite,  famosos, etc – tudo bem descontraído. O lugar do bate-papo é no hotel Fasano de SP. Gostei bastante e já estou fã da Ale Farah – meio maluca, com as melhores tiradas e perguntas.

Melhor programa para deixar o stress de lado. Elas são meio pretenciosas – mas isso que faz a graça do programa. Aprovado.

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Final de semana

Junho 22, 2009 · 1 Comentário

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Depois de algum tempo de sumiço – voltei – estava com 3 posts prontos, mas o wordpress deu problema e acabei perdendo o que havia escrito. Enfim, vamos que vamos!

Final de semana tranquilo – e em casa – aluguei alguns filmes, mas acabei não assistindo – fiquei por conta de uma nova série – Damages – com a sempre brilhante Glenn Close (a Alex de Atração Fatal) e li quase que a metade da biografia da Jackie O. (Uma mulher chamada Jackie – Biografia íntima escrita pelo David Heymann).

Falando na biografia – ele pega pesado com a ex-primeira-dama, no livro ela é retratada como uma mulher fria, calculista, com sede de poder, preocupadíssima com a imagem e consumista ao extremo.

Aliás, seu casamento com Onassis é mostrado de uma forma hilária – ele é meio um Santo no livro – mas estou adorando, ser retratado assim, a gente nunca sabe se é verdade – se exagero, mas leitura descompromissada e deliciosa.

O livro foi um dos mais vendidos nos Estados Unidos, o que prova que a gente adora uma fofoca. E biografia é uma maneira estranha de entrar na vida das pessoas – enfim – para quem é curioso – segue a dica.

Depois vou comentar Damages aqui – suspense jurídico incrível.

P.S. A foto é da sempre boa Isabelle Huppert – para começarmos bem a semana.

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Musa

Junho 16, 2009 · 2 Comentários

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Vahina Giocante, tida como a nova Brigitte Bardot – (sim, o nome é esse mesmo).

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Huppert do dia

Junho 16, 2009 · Deixe um comentário

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Manual do cinema francês – resumo

Junho 15, 2009 · 4 Comentários

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Costumo brincar que a melhor forma de conhecer a cultura de um país é por meio do cinema. Vou fazer um resumão para os mais interessados no assunto.

Filmes cults

*Acossado – Jean Luc Godard

* Os incompreendidos – François Truffaut

*Hiroshima, meu amor – Alain Resnais

* A professora de piano – Michael Haneke (*eu sei que ele é austríaco, mas o filme é falado em francês com atores franceses e um dos melhores já vistos, triplamente premiado em Cannes – filme, ator e atriz em 2001)

* Trilogia das Cores (Kieslowski)

* Amantes Constantes – Philippe Garrel

* Jules e Jim – François Truffaut

Filmes do Truffaut

* O último metrô

* A mulher do lado

* A noite americana (ganhador do Oscar de melhor filme estrangeiro de 1973)

Filmes românticos

* O fabuloso destino de Amélie Poulain – esse acho que é o filme mais popular da França nos últimos anos, mesmo quem não gosta, já ouviu falar).

* Um lugar na platéia (filme sobre a parte Droite de Paris, que compreende a Avenue Montagne, a área mais burguesa de Paris).

* Bonecas Russas – Cédric Klapish

* Albergue Espanhol – Cédric Klapish

* Beije quem você quiser – comédia de costumes com Carole Bouquet e Charlotte Rampling. Genial. Não é tão fácil de encontrar, mas um filme delicioso, leve.

* Amar custa caro (Hors de Prix) – filme com a talentosa Audrey Tatou.

Claude Chabrol (Estou devendo um post somente sobre esse brilhante diretor, que tem como musa a atriz Isabelle Huppert, ele é mestre em filmes noir, com uma estética policial, de suspense, com um charme típico francês, atenção na trilha sonora sempre feita pelo filho, aliás, a família inteira é do cinema, ele é da época do Truffaut e da nouvelle vague)

* La Cérémonie

* A Teia de Chocolate

* Dama de Honra

* Comédia do Poder

* Madame Bovary

François Ozon

* Swimming pool (já falei no blog – procure)

* 5x 2 – Amor em cinco tempos

* O tempo que resta (já falei no blog – procure)

* Angel (já falei no blog – procure)

* 8 Mulheres

Christophe Honoré

* Canções de Amor (já falei no blog – procure)

* A Bela Junie (já falei no blog – procure)

* Em Paris (já falei no blog – procure)

* Ma Mère (já falei no blog – procure)

Atrizes incríveis

* Jeanne Moreau – uma das maiores atrizes da França. Fez Jules e Jim de Truffaut e se consagrou. Até hoje faz filmes, com a mesma vitalidade e presença em cena.

* Catherine Deneuve – a eterna Belle de Jour. Trabalhou com os melhores diretores da época (Truffaut, Manoel de Oliveira, Buñel, etc).

* Isabelle Huppert (musa de Chabrol e a melhor atriz da França, a mais respeitada)

* Chiara Mastroianni (musa de Honoré, filha da diva Catherine Deneuve e de Marcello Mastroianni, uma das melhores atrizes da atualidade, já trabalhou com Manoel de Oliveira e outros grandes diretores)

* Audrey Tatou (musa de Jean Pierre Jeunet e a eterna Amélie, em breve é Chanel nas telas do cinema)

* Emanuelle Béart (linda, talentosa e engajada – já foi até presa por conta da política a favor dos imigrantes na França).

* Fanny Ardant (fez Callas Forever), mas uma de suas melhores performances foi em A Mulher do Lado, de François Truffaut.

* Ludivigne Seigner (musa de Ozon, uma das grandes atrizes francesas da atualidade, sempre requisitada por diretores de sucesso, como Claude Chabrol, François Ozon e Christophe Honoré).

* Joana Preiss (musa de Honoré e figura do underground parisiense, musa da fotógrafa Nan Goldin, foi também modelo da Chanel, cantora, ícone fashion…

* Juliette Binoche (uma das atrizes mais versáteis na França, circula bem por Hollywood, mas não tem critério na hora de escolher um filme$$)

* Charlotte Gainsbourg (filha do cantor Serge Gainsbourg com Jane Birkin, ainda é modelo, cantora, ícone fashion na França, etc..)

* Loui Doillon (filha de Jane Birkin com o diretor Jacques Doillon, estilista, modelo, ícone fashion, e volta e meia faz um filme, talentosa…)

* Valéria Bruni-Tedeschi (musa de Ozon, irmã da primeira-dama Carla Bruni e namorada de Louis Garrel)

* Clotilde Hesme (musa de Honoré e uma das novas promessas do cinema jovem francês)

* Cécile de France (fez Albergue Espanhol, Bonecas Russas e Um Lugar na Platéia)

* Vahina Giocante (o nome é um tanto dúbio, mas ela é considerada a nova Brigitte Bardot, sensual, ousada, seus filmes são sempre polêmicos).

* Julie Delpy (fez Before Sunset, After Sunrise e recentemente Dois dias em Paris, mas gosto dela em A igualdade é Branca, filme da trilogia das cores do polonês Kieslowiski). Linda e talentosa, hoje encara o trabalho por trás das câmeras também.

* Brigitte Bardot (dispensa apresentações)

* Jane Birkin (dispensa apresentações)

* Léa Seydoux (dizem ser a nova Anna Karina, musa de Godard nos anos 60, Léa fez o último filme de Honoré, A Bela Junie)

* Dani (adoro o nome artístico dessa atriz, apenas Dani, sem sobrenome, nem nada)

* Sandrine Bonnard (uma das grandes atrizes francesas, fez La Cérémoine de Chabrol ao lado da sempre brilhante Isabelle Huppert).

* Anna Mouglalis (participou de A Teia de Chocolate, de Chabrol)

* Clémence Poesy – ficou famosa depois de participar do filme Harry Potter, ícone fashion na França.

* Marion Cotillard – vencedora do Oscar por Piaf.

* Sophie Marceau – uma das atrizes mais populares da França.

Atores incríveis

* Gérard Dépardieu (dispensa apresentações)

* Louis Garrel (dispensa apresentações)

* Romain Duris (muso de Cédric Klapish)

* Daniel Auteuil (dispensa apresentações)

* Melvil Poupaud, de O Tempo que resta de François Ozon.

* Benôit Magimel (de A professora de piano e Dama de Honra, muso de Chabrol)

* Gaspard Ulliel (novinho, é paixão das adolescentes da França, participou de filmes como Beije quem você quiser, Paris, te amo! entre outros.

* Jéan Pierre Léaud (alter-ego de Truffaut)

* Jean Paul Belmondo (de Acossado)

Em geral, essa turma faz bonito – atenção nos atores e diretores na hora de escolher um filme. Destaquei esses – mas acredito que esqueci de alguns!

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Dica de leitura

Junho 15, 2009 · 1 Comentário

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Ontem comecei a ler “O prazer dos olhos” -Escritos sobre cinema – de François Truffaut – Jorge Zahar Editor.

O livro é dividido em vários escritos – dos mais incríveis – fala sobre o cinema em geral, na visão de Truffaut, além de relatos sobre os atores que trabalharam em seus filmes (como Jean-Pierre Léaud, Catherine Deneuve, Fanny Ardant, Isabelle Adjani, entre tantos outros).

Truffaut escrevia tão bem quanto filmava. O livro só ficou pronto após o prematuro falecimento do diretor, em 1984, aos 53 anos – partiu jovem, como a maioria dos gênios – mas deixou para sempre obras e obras-primas do cinema.

Um dos capítulos fala sobre sua forte amizade com o ator Jean-Pierre Léaud – que começou a fazer filmes com Truffaut aos 14 anos de idade (em Os Incompreendidos) – marco da nouvelle vague, a relação de amizade entre os dois permaneceu por toda vida e as parcerias foram várias – Antoine Doinel (personagem de Léaud) era o alter-ego do diretor – tanto na infância quanto na idade adulta, já que o personagem durou cerca de 20 anos (em 5 filmes – Os incompreendidos, Antoine e Colette, Beijos perdidos, Domicílio Conjugal e Amor em Fuga).

Todos brilhantes – recomendo alugar todos eles e assistir em sequência (como fazemos com as séries norte-americanas).

Não tem como não se identificar e se apaixonar por Antoine Doinel (algo como Louis Garrel dos anos 60). Aliás a comparação entre os dois é notícia na França e deixa Louis Garrel todo orgulhoso da analogia – já Léaud não se pronuncia à respeito (ciúme? pode ser).

Truffaut é um diretor brilhante, daqueles que nos faz emocionar, rir, refletir, no livro ele se queixa de deixar seus filmes muito tristes, melancólicos – já que tem muito dele ali – mas o fato é que o talento ali é imenso e admirável.

Eu adoro Truffaut. E estou adorando o livro.

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