Ricardocohen’s Blog

Volta em breve

Agosto 13, 2009 · 2 Comentários

Pessoal, em breve o blog volta a ativa. Estou de ferias, fui para Paris, Londres e Berlim. Voltei essa semana.

Assisti e comprei muitos filmes, tenho muito o que falar por aqui. Em breve inicio as postagens.

Achei uma loja em Londres que vendia dvds a preco de banana (inglesa, claro), entao, em breve vou falar de alguns filmes bem especiais que adquiri.

Um abraco a todos que entram aqui,

Ricardo Cohen

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PARIS

Julho 19, 2009 · 1 Comentário

Pessoal,

O blog esta as moscas – mas tem tanto post legal sobre diversos filmes – que fico mais calmo. Estou no Rio, na casa de uma amiga – na busca por um apartamento para comprar – minha mãe quer se mudar para o Rio e cá estou para ajudar.

Amanhã volto para Brasília – e quero ver se dou continuidade ao blog – assisti a alguns filmes – poucos – mas bem notáveis.

Um deles que assisti foi PARIS, do Cédric Klapish (de Bonecas Russas e Albergue Espanhol), gostei muito. Filme sensível, que tenta motrar uma Paris mais real -e longe dos cartões postais – tarefa dificil para a cidade mais bonita do mundo.

O filme traz Romain Duris e Juliette Binoche (sempre ótimos), no filme ele descobre ser vítima de um problema do coração – e tudo se desenvolve. Dessa vez o diretor tentou inovar – o filme não tem um sequência correta, meio difusa e seus personagens se esbarram entre si.

Filme bem interessante. Vale a pena.

p.s. Tentei postar uma foto, mas não consegui. Não estou no meu computador.

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Sumido

Julho 10, 2009 · 3 Comentários

Pessoal,

Dei uma sumida, ne? Mas enfim, sai do meu trabalho – que vai passar por mudancas – vou para o novo escritorio (com o mesmo pessoal do anterior) somente em outubro. Ate la estarei de ferias forcadas. Estava enrrolado com a burocracia de sair do emprego, estou com mil coisas para fazer tambem, por isso sumi.

Amanha vou para o Rio, tenho coisas para resolver por la. Mas em breve eu volto com  mais atualizacoes.

Assisti alguns poucos filmes esses dias:

1) NEM PARECEM IRMAS – com a Isabelle Huppert

2) MALDITA FE – filme lindinho com a Cecile de France.

E ganhei o box da Izabela com filmes com a Brigitte Bardot (ainda nao assisti).

Cinema nunca mais fui, sei que tem filme do Garrel para chegar. Aqui tem muitos posts sobre filmes, da para navegar bem.

Prometo nao abandonar o blog e mandar noticias por aqui.

Abraco a todos, 

Ricardo Cohen

Meu e-mail pessoal ricardofroes11@gmail.com


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Charlie’s Angels

Junho 25, 2009 · 4 Comentários

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Morreu a atriz Farrah Fawcett – a mais famosa das panteras. Uma pena.

Lembro que era pequeno e assistia Charlie’s Angels. Era fascinado, primeiro a trama era ótima e todas elas sempre muito inteligentes – lindas, arrumadas, não mexiam um fio de cabelo depois de lutar, bater, atirar (e o que era o visual de Farraw? Bem 70’s – hoje o fascínio me lembra o que a Carrie Bradshaw causou com Sex and the city). Mas naquela época não existia internet – e já era um frisson.

Eu tenho um dvd com alguns episódios. Lembro que Farraw saiu, entrou outra loira, que não emplacou muito. Mas lembro com um bom saudosismo desse seriado, que foi produzido pelo Aron Spelling (o pai da Donna dos Barrados no Baile).

Aliás, americano faz bem seriado – muito mais que filme. As séries são impecáveis – adoro várias.

Será que eles vão ressucitar o seriado?

Farraw fez um super sucesso.

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Próximo filme: Entre irmãs

Junho 24, 2009 · 3 Comentários

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Li por alto à respeito desse filme, mas como sou uma pessoa bem intuitiva, sei que vem coisa boa por aí (acho que estréia nessa sexta – atentem)

Entre irmãs conta a história do relacionamento de duas irmãs, Juliette (Kristin Scott Thomas) e Léa (Elsa Zyberstein), quando um cenário não tão favorável se forma ao redor delas. Juliette ficou presa durante quinze anos. Durante esse tempo, Léa foi tratada como filha única pelos pais, e logo a existência da irmã foi aos poucos sendo esquecida.

Quando chega o dia de Juliette sair, porém, Léa vai buscá-la e a ajuda a se reintegrar à sociedade. Arruma um quarto para ela em sua casa e a estimula a procurar um emprego. Juliette se mantém calada na maioria das vezes, raramente sorri, algo bem natural quando se descobre o crime que ela cometeu.

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Entre irmãs (Il y a Longtemps que je t’Aime, 2008), 117 min.
Direção: Philippe Claudel
Roteiro: Philippe Claudel
Com: Kristin Scott Thomas, Elsa Zylberstein, Serge Hazanavicius, Laurent Grévill, Frédéric Pierrot, Claire Johnston, Jean-Claude Arnaud

 

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Uma mulher chamada Jackie

Junho 23, 2009 · 2 Comentários

 

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Como disse aqui a dias, estou terminando a Biografia íntima de Jacqueline Lee Bouvier Kennedy Onassis, escrita por C. David Heymann – primeiro lugar entre os best-sellers nos Estados Unidos da América – adoro uma biografia - já li várias – e esta em questão daria uma novela -  na verdade, um novelão mexicano – com tanta intriga, tragédias, ciúmes, amores, amantes, brigas de poder.

No livro, Jackie é apontada como uma mulher fria, calculista e com um cofre no lugar do coração. Nunca deu um passo em falso, tudo era sempre premeditado. Consumista ao extremo, preocupada com a sua imagem, levava os responsáveis pelas finanças à loucura na Casa Branca. As infidelidades do marido, o então Presidente JFK  (que ficou apenas 2 anos e 2 meses no cargo – não achei que fosse tão pouco tempo), a chateavam apenas no início do casamento, depois Jackie relaxou.

O que importava a ela era poder, dinheiro e status. Foi criada para se casar com homem com grana, treinada como cavalo de corrida.

Seu casamento com Onassis também é descrito de uma forma vil no livo. Jackie tinha um péssimo relacionamento com os enteados e mesmo com o marido, o qual consta, só queria mesmo o dinheiro. Saiu com 26 milhões de doletas do casamento, após a morte do marido. E conseguiu juntar em 6 anos de casamento o equivalente a 22 milhões, entre jóias e alguns bens.

Jackie era constantemente vigiada, uma foto sua valia uma grana preta, vivia cercada de luxo na Quinta Avenida, onde morava. Seus amigos incluiam a editora de moda da Vogue, Diana Vreeland, Andy Warhol, Truman Capote e outros personagens do internacional set.

Sua irmã Lee é um dos personagens do livro que mais aparece. Irmã mais nova de Jackie, ainda está viva até hoje. Era mais bonita, mas mesmo assim vivia à sua sombra. Interesseira, casou-se 4 vezes, sempre com milionários, foi atriz (uma das passagens do livro conta essa história – ela era péssima, a crítica massacrou essa tentativa frustrada, que foi incentivada por Capote, que tinha uma adoração por Lee). Mas o livro fala que a amizade entre as irmãs Bouvier era baseada em inveja e competição – mas eram, mesmo assim, inseparáveis – apesar das diversas brigas.

Lee namorou Onassis antes da irmã; mas como percebeu que o interesse por ela não a levaria no altar, tratou de passar o trono para a irmã famosa – muito famosa aliás- Jackie tinha um carisma e elegância absurdos – e no livro o crédito de todo esse estilo vem de Diana Vreeland, sua grande amiga e editora de moda da Vogue.

Jackie e Lee viviam viajando pelo mundo e gastando. Jackie enlouquecia Onassis com tantos gastos – era capaz de comprar de uma só vez 200 pares na Bergdorf – e vendê-los logo em seguida para um brechó – e abocanhar o dinheiro – fazia isso com vestidos de alta-costura, jóias e outras preciosidades. Não saíam da Saks, Henri Bendels e das grandes maisons.

Um outro personagem do livro – Christina Onassis – a pobre menina rica. Depressiva, em guerra constante com a balança, odiava Jackie – uma tinha pavor da outra – a fortuna de Onassis era da ordem de 1 bilhão de doletas e como era um personagem também, era capaz de gastar milhões em festas, jantares, passeios no Christina (o famoso iate de mais de 100 m de comprimento).

Os passeios no Christina e pelas ilhas gregas é um capítulo à parte – de impressionar. Fala-se muito de Maria Callas, paixão anterior de Onassis. Mas no livro fala que os dois continuaram amantes, mesmo no período do casamento de Jackie e Onassis.

O mais incrível é que a imagem de Jackie é meio intocável. Há algo nela que mexe com o imaginário das pessoas, e sempre com elogios e mais elogios. Ela mesma tinha uma frase pronta, quando questionada: “O primeiro casamento é por amor, o segundo por dinheiro e o terceiro por companhia

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Lee Bouvier, irmã de Jackie – inseparáveis, mas ao mesmo tempo competidoras entre si. Lee, sempre ficou em segundo plano. Casou-se quatro vezes, uma delas com o Príncipe Radziwill, com quem teve 2 filhos. Lee ainda é vida e até hoje é personagem de NY.

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O armador Aristóteles Onassis, Ari como era chamado e Jackie

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Christina Onassis – O livro traz Christina como uma menina um tanto revoltada, depressiva - era viciada em coca-cola (tomava cerca de 30 garrafas por dia), gastava os tubos também, mas ao mesmo tempo presenteava as amigas com jóias e roupas. Um dia estava em uma boate na Grécia com um colar de pérolas negras – uma amiga elogiou, ela então, tirou de seu pescoço e deu para a garota. O colar valia 20 mil dólares. Histórias como essa estão presentes no livro.

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John Kennedy Jr. – anos e anos depois. 

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JFK e Caroline

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Diana Vreeland, editora de moda da Vogue da época e muito amiga de Jackie.

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O famoso Christina, protagonista de tantas e tantas histórias.

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Garden Girls

Junho 22, 2009 · 1 Comentário

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Como eu sempre falo – um pouco de futilidade faz bem no nosso dia a dia. Uma amiga me deu a dica de um programa na internet ideal para relaxar e dar boas risadas – o Garden Girls – no filme fashion (www.filmefashion.com.br).

São 3 meninas dos Jardins, de São Paulo – que fazem entrevistas com o pessoal da moda, empresários da noite,  famosos, etc – tudo bem descontraído. O lugar do bate-papo é no hotel Fasano de SP. Gostei bastante e já estou fã da Ale Farah – meio maluca, com as melhores tiradas e perguntas.

Melhor programa para deixar o stress de lado. Elas são meio pretenciosas – mas isso que faz a graça do programa. Aprovado.

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Final de semana

Junho 22, 2009 · 1 Comentário

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Depois de algum tempo de sumiço – voltei – estava com 3 posts prontos, mas o wordpress deu problema e acabei perdendo o que havia escrito. Enfim, vamos que vamos!

Final de semana tranquilo – e em casa – aluguei alguns filmes, mas acabei não assistindo – fiquei por conta de uma nova série – Damages – com a sempre brilhante Glenn Close (a Alex de Atração Fatal) e li quase que a metade da biografia da Jackie O. (Uma mulher chamada Jackie – Biografia íntima escrita pelo David Heymann).

Falando na biografia – ele pega pesado com a ex-primeira-dama, no livro ela é retratada como uma mulher fria, calculista, com sede de poder, preocupadíssima com a imagem e consumista ao extremo.

Aliás, seu casamento com Onassis é mostrado de uma forma hilária – ele é meio um Santo no livro – mas estou adorando, ser retratado assim, a gente nunca sabe se é verdade – se exagero, mas leitura descompromissada e deliciosa.

O livro foi um dos mais vendidos nos Estados Unidos, o que prova que a gente adora uma fofoca. E biografia é uma maneira estranha de entrar na vida das pessoas – enfim – para quem é curioso – segue a dica.

Depois vou comentar Damages aqui – suspense jurídico incrível.

P.S. A foto é da sempre boa Isabelle Huppert – para começarmos bem a semana.

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Musa

Junho 16, 2009 · 2 Comentários

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Vahina Giocante, tida como a nova Brigitte Bardot – (sim, o nome é esse mesmo).

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Huppert do dia

Junho 16, 2009 · Deixe um comentário

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